sábado, 8 de novembro de 2008

O mutável de um estado imperceptível

Tenho uma fissura no modo de pensar com o agir
Quando penso em proteger o que é infindável pra mim, surge o
que é esporádico
Pra me expressar eu sigo o som do meu pensar
Para agir eu sigo o rastro do instinto e a voz do que sinto

A culpa vai embora pra todos, é a harmonia
Sente o que cada nota te diz. Ouve o sopro do natural
E o passo do que você não entende vai ser dançado em sintonia.

Tão logo chegue...

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